Rachika Nayar’s Heaven Come Crashing faz um drop de drum and bass às 2:30, relata The Verge
Luis Cabral ·
O The Verge relata hoje, em uma nova resenha, que Rachika Nayar’s Heaven Come Crashing entrega um grande drop de drum and bass aos dois minutos e trinta segundos de sua faixa-título. A mudança representa uma guinada acentuada em relação ao seu álbum de estreia sem percussão, Our Hands Against The Dusk, destacando uma expansão de sua paleta de guitarra ambient para tempos de club, observa o The Verge. Isso importa agora porque essa guinada recontextualiza o trabalho instrumental de Nayar para ouvintes além do ambient experimental, potencialmente ampliando seu público.
A publicação caracteriza o álbum como um épico instrumental de anseio desesperado e diz que o choque foi inesperado, em parte porque o primeiro disco não tinha bateria. Fique de olho em reações mais amplas da crítica, inclusão em playlists e em qualquer comunicado da artista que aprofunde a mudança nos próximos dias. [Em desenvolvimento. Este artigo será atualizado.]