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CEO da Cerebras, Andrew Feldman, rebate discurso apocalíptico sobre AI no TechCrunch Disrupt

Luis Cabral ·

O CEO da Cerebras, Andrew Feldman, rejeita a retórica apocalíptica sobre AI no TechCrunch Disrupt hoje, pedindo que líderes do setor parem de amplificar os piores cenários, relata o TechCrunch. As declarações chegam enquanto governos e investidores avaliam novas regras e prioridades de financiamento, em que narrativas sobre risco existencial moldam a agenda em Washington e Brussels. Segundo o TechCrunch, Feldman argumentou que a fixação em danos hipotéticos está abafando os ganhos de curto prazo da adoção de AI em pesquisa e na indústria.

Ele ironizou: 'Talvez parem de falar?' e disse que o setor deveria ressaltar benefícios práticos e responsabilidade, em vez de um colapso especulativo, conforme noticiado pelo TechCrunch. A Cerebras constrói sistemas de computação de AI em larga escala, o que posiciona a empresa no centro de debates sobre treinamento de modelos, uso de energia e garantias de segurança, além da demanda de clientes por treinamento mais eficiente em escala. As atenções agora se voltam para as reações de outros palestrantes da Disrupt e para se formuladores de políticas citarão ou rebaterão a posição de Feldman em próximas audiências. [Em desenvolvimento. Este artigo será atualizado.]